terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino

Por que a esquerda fala tanto em desigualdade social? por Rodrigo Constantino
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(Vídeo) - A História do Politicamente Correto, fundamental para contribuir para que você seja menos idiota (Legendado)

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(Vídeo) - Liberdade de Expressão Ameaçada pelos Militantes Esquerdistas Intolerantes - Rowan Atkinson (legendado)

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Elementos da filosofia de Olavo de Carvalho por Ronald Robson

minimo
 
 
 
 
Notas para uma leitura de “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota” (Record, 2013)



















I. A obra de Olavo de Carvalho possui uma intuição fundamental: a de que só a consciência individual é capaz de conhecimento (1). O que a afirmação possa ter de banal, em aparência, se esvai se notarmos que aí se fala de “consciência individual”, não se tratando tão somente de “sujeito”, o vocábulo descarnado de uso corrente na metafísica dos últimos séculos. Uma coisa é sujeito enquanto meramente contraposto a objeto em teoria do conhecimento; outra coisa é a modalidade de existência histórica de um ser dotado de consciência, que por definição só pode ser individual. E nisso importa prestar atenção à sutileza vocabular porque aí se afirma uma substância e se afirma uma sua propriedade: “consciência individual”, a primeira, e “capacidade de conhecimento”, a segunda. De um ponto de vista biográfico, a substância atualiza essa sua propriedade em um trauma de emergência da razão (2), que consiste no descompasso entre o crescente acúmulo de experiências do indivíduo, no decorrer do tempo, e a sua capacidade mais limitada de coerenciar e dar expressão a essa massa de fatos que, a princípio amorfa, pode se ordenar – à medida que o indivíduo a expressar a si mesmo – a ponto de nela se tornar discernível uma forma.  A cada estágio traumático corresponde um padrão de autoconsciência, um eixo central de estruturação do indivíduo, ao menos a nível psicológico, que se pode melhor compreender mediante uma teoria das doze camadas da personalidade (3): pois, caracterologicamente, o desenvolvimento da psique pode ser apreciado em doze camadas distintas, umas integrativas (formam um quadro integrado estável), outras divisivas (estabelecem uma ruptura da ordem anterior que, assim, propicia uma nova ordem). A terceira camada, por exemplo, a qual em geral é objeto de escolas como a behaviorista e a Gestalt – que equivocadamente, como fazem outras escolas, tomam uma camada da psique por sua própria substância (4) –, compreende aquele período de esforço cognitivo concentrado para aquisição de saberes que permitam à pessoa (criança, aqui) se orientar no mundo com algum grau de independência, ao menos física; a quarta camada, divisiva e decisiva ao seu modo, que afinal foi o verdadeiro objeto de estudo de Freud e Klein, abarca a história pulsional do indivíduo preocupado sobretudo com sua afetividade, com o querer e sentir-se querido; e com a quinta camada, integrativa e de individuação (Jung), já começa a surgir o problema objetivo de quais são os propósitos reais do indivíduo e como alcançá-los – a questão deixa de ser de afetividade, passa a ser de poder. E assim por diante, a passar por camadas que apenas podem ser alcançadas, mas não necessariamente, como a da síntese individual (oitava), a da personalidade intelectual (nona) ou mesmo a do destino final (décima segunda).

II. A identificação de em que camada se está, o indivíduo só pode fazê-la por meio de um gesto de assentimento aos seus próprios atos e pensamentos. Essa aceitação, se vista antropologicamente, tem seu fundamento no princípio de autoria (5): cada indivíduo é responsável pelos seus atos, e essa asserção é universal; não existe registro de nenhuma cultura na qual o ato de um indivíduo devesse ser atribuído a outrem (o que, para além da constatação de fato, demonstra existir a constante antropológica de que um homem é um todo, ele é seus atos, e estes não lhe podem ser alheados). Mas essa aceitação tem no princípio de autoria apenas seu fundamento, não o seu meio ou método, mesmo porque tal princípio só abarca os atos individuais que são testemunhados socialmente. Para além destes, existem outros de outra ordem e de maior importância – os atos sem testemunha (6). Estes são os atos de que o indivíduo só se reconhece autor por uma obrigação interior, não externa; à medida que neles se reconhece, integra a sua personalidade e, assim, fica menos à mercê de quaisquer automatismos de pensamento ou comportamento. Esta outra ordem de objeto de consciência é incorporada ao indivíduo especificamente através do método da confissão (7): uma vez que toda expressão social depende de uma expressão individual e interior, e uma vez que esta só se torna possível após uma condensação de significado sob a forma do juízo, este, antes de se tornar proposição – em sentido lógico – dotada de compreensibilidade pública, deve ser afirmado pelo indivíduo de si para si mesmo – o indivíduo deve, em suma, confessar para si aquilo que ele já sabia, mas de que não estava ciente até então. A esse recenseamento socrático do que se sabe e não se sabe segue-se o processo de extrusão, pelo qual o indivíduo dá forma lingüística e simbolicamente articulável à própria experiência.

III. O trauma de emergência da razão reproduz na escala privada um problema central de qualquer filosofia da cultura: as mediações entre indivíduo e sociedade; ou, se se quiser dizer de outro modo, entre expressão particular e símbolos disseminados socialmente. A esse desenvolvimento psicológico do indivíduo corresponde, é evidente, um desenvolvimento epistemológico, que pode ser apreendido não apenas nessa escala, a individual, mas também na escala social. A teoria dos quatro discursos (8), assim, tenta descrever em amplitude histórica e pessoal – uma filosofia da cultura e uma pedagogia, portanto – a unidade entre os quatro tipos de discurso estudados por Aristóteles (o poético, o retórico, o dialético, o analítico), ao mesmo tempo intentando rever a interpretação do corpus lógico deste: o discurso humano, diz a teoria, é uma potência única que se atualiza de quatro formas – expressando estruturas gerais de possibilidade (poética), estruturas gerais de verossimilhança (retórica), estruturas gerais de probabilidade (dialética) e estruturas gerais de certeza (lógica ou analítica). As mediações entre o indivíduo e o conhecimento, sobretudo o difundido socialmente, podem, então, dar-se através desses quatro níveis – de um pólo estritamente mais simbólico, o primeiro, até um pólo, por oposição, mais analiticamente discernível. Estão em jogo aí diferentes níveis de credibilidade do discurso humano; mas estão, também, as diferentes formas de reivindicação indevida de credibilidade, o que requer estudo tanto da erística (9) quanto das condições epistemológicas do saber científico, ou seja, uma filosofia da ciência (10). Há que se considerar ainda, todavia, as formas próprias que o discurso adquire, umas sendo mais adequadas ou menos a discursos neste ou naquele nível – e então há de se atentar aos fundamentos metafísicos dos gêneros literários (11), cuja teoria, grosso modo, ao levar em conta a modalidade de existência espaço-temporal da linguagem e do ser humano que se serve dela, aplica ao discurso distinções espaciais, temporais e numéricas (de número em acepção antiga: discreto ou contínuo), delas extraindo os princípios da “narração” (tempo), “exposição” (espaço) e da “prosa” e do “verso” (número). As articulações específicas e em diferentes graus desses princípios em uma obra lhe dão a sua feição substantiva – o seu gênero.

IV. Se o discurso é o meio eminente pelo qual o indivíduo se apossa do saber, a finalidade deste, enquanto ser dotado de consciência, não é se limitar ao mero domínio discursivo do saber. É chegar ao próprio saber, o que é ademais verificar suas próprias condições de existência. É, numa palavra, chegar à base metafísica primeira, à investigação daquela faixa da realidade que Platão visava em sua “segunda navegação”, para além das “idéias” e rumo ao mundo dos princípios (12) que as regem, entre os quais o de identidade tem primazia. Tudo o que existe é na medida em que tem possibilidade de sê-lo, de modo que as atualizações das notas de cada ente têm seu esteio em uma estrutura de possibilidades preexistente – por exemplo, a própria possibilidade ontológica (da qual a lógica é só expressão discursiva) de que algo seja a atualização de uma potência. A possibilidade da possibilidade conduz a inteligência à investigação do que de mais substantivo e duradouro possa ter um ente. Mas, nesse caso, a palavra investigação não é a mais apropriada. Trata-se mais, via confissão, da aceitação desse corpo de possibilidades em tudo embutido; trata-se de um conhecimento por presença (13), de treinar a consciência para que, ao invés de falar à realidade, deixar que esta lhe fale: como o conceito de um ente já está potencialmente em sua substância, como toda a mineralogia já está nos minerais, o indivíduo deve se esforçar para perceber que o problema da verdade está submetido ao problema da presença substantiva da realidade. Mesmo a mais refinada técnica lógico-analítica é apenas um meio de retornar ao que sempre aí já esteve. É tomar consciência de uma presença que abarca a nós e a tudo o mais. Eis o nexo remoto entre conhecimento e existência.

V. Eventualmente é necessário, para romper o véu das limitações cognitivas de uma determinada civilização e retornar a essa aceitação da presença, proceder à crítica cultural (14), que poderia ser definida provisoriamente como o ato pelo qual uma consciência individual investe contra as estruturas simbólicas ou políticas que lhe embotam a sensibilidade. Tais estruturas podem, por um lado, ser tão só simbólicas e discursivas – nas artes, nas ciências e na comunicação pública –, ou, por outro, podem mesmo chegar ao cerceamento físico da liberdade de consciência. Aqui, o objeto de crítica cultural mais extensa é a metamorfose da idéia de império ao longo da história do ocidente e a idéia correlata de “religião civil”, com o que se investe no rastreio dos fundamentos remotos da ideologia coletivista e cientificista contemporânea. Cientificismo e nova pax romana, separados sob outros aspectos, dão as mãos no achatamento do horizonte total da experiência humana (longamente preparado, por exemplo, desde as idéias de volonté générale e de quantificação geral das ciências físicas). O drama da vida humana, antes concebido como de almas substantivas a viver sub specie aeternitatis, passa a ser o de papéis sociais limitados a um mundo espaço-temporal inteiramente fechado (vários exemplos poderiam ser colhidos na cultura geral: Dostoiévski seria um autor ainda ligado à primeira perspectiva; já os personagens de Balzac se conformariam quase que só à feição da segunda). Com a negação da via de acesso à universalidade da experiência, em grau metafísico, vem também a negação da própria possibilidade de conhecimento do indivíduo. Existiria um vínculo indissolúvel entre a objetividade do mundo e a individualidade da experiência, a qual é preterida em um meio cultural de politização geral (gramscismo) e disseminação de substitutivos das experiências realmente fundadoras do conhecimento (“Nova Era”) – ou seja: coletivismo, no fim das contas, é subjetivismo. E é contra este que se afirma o conhecimento como intuicionismo radical (15): ao contrário do que é comum pensar, o que há de mais objetivo e especificamente humano no conhecimento é o que os antigos lógicos chamavam de “simples apreensão”, ou seja, o ato pelo qual a consciência toma ciência da presença de um determinado dado da realidade. O “raciocínio”, a construção silogística e suas derivadas, é posterior e é uma aptidão de ordem construtiva e, portanto, mais dada a erros. O que é dizer: o homem erra mais na expressão interior do que apreende do que na apreensão em si; pois os métodos mais refinados da lógica apenas desencavam, analiticamente, algo que já estava dado na primeira intuição. E cada intuição, por sua vez, inaugura uma cadeia potencialmente ilimitada de outras intuições; disso trata a teoria da tripla intuição (16): o ato pelo qual o indivíduo intui (primeira intuição) é, ao mesmo tempo, intuição de algo (segunda intuição) e intuição das condições desse ato intuitivo (terceira intuição). Isso explicaria ainda, por exemplo, certos simbolismos naturais, como a identificação do “sol” ou da “luz” com o conhecimento em inúmeras culturas, porquanto em sociedades primitivas, sem o recurso do fogo, só se vê algo – e a visão é o sentido identificado mais diretamente ao conhecimento – quando há luz natural; então o indivíduo percebe que intui, percebe que intui algo e percebe a possibilidade que funda essa intuição paralelamente a uma situação natural. Isso, por fim, afirma a possibilidade de conhecimento objetivo contra todo o discurso contemporâneo de que só existem verdades convencionais, inexistindo as objetivas e, por assim dizer, naturais.

VI. Um capítulo adicional de crítica cultural volta-se para a paralaxe cognitiva (17), que teria se disseminado em larga escala na modernidade. Ela se definiria como o deslocamento entre o eixo da experiência individual e o eixo da formulação teorética. Ou, dito de outro modo: ela seria responsável pela formulação de idéias que são desmentidas pelas próprias condições concretas de que o indivíduo depende para formulá-las. A obra de Maquiavel seria exemplar nesse sentido, toda construída sobre dados intrinsecamente conflitantes, mas sobretudo conflitantes com aquilo que o próprio Maquiavel sabia – ou deveria saber – ser manifestamente falso, porque patente à sua experiência mais imediata. A manifestação aguda da paralaxe cognitiva se encontraria na mentalidade revolucionária (18), caracterizada basicamente por duas inversões: a inversão temporal, pela qual o revolucionário passa a levar em conta o futuro hipotético pelo qual trabalha como o parâmetro de julgamento de suas ações, não mais prestando contas ao passado (e, afinal, a ninguém, pois por definição sua sociedade utópica se afasta à medida que o processo revolucionário avança, nunca se concretizando e, portanto, nunca havendo tribunal no qual se possa julgar abertamente ações ou idéias); e a inversão de sujeito e objeto, pela qual o revolucionário, no ato mesmo de atacar os adversários de sua sociedade futura, os toma na verdade como os atacantes que lhe impedem a consecução de seus planos, de modo que a relação causal entre um e outro é invertida. A paralaxe cognitiva e, em especial, a mentalidade revolucionária inviabilizam um ambiente intelectual no qual o método confessional leve o indivíduo a se dar conta do conhecimento que lhe é imediatamente presente – a primeira, porque faz do sujeito do conhecimento um ser diverso do indivíduo autor de sua própria vida; a segunda, porque, além disso, ameaça destruir todas as bases sociais de convivência humana, já que revolução consiste em concentração de poder nas mãos de uma elite revolucionária com vistas à instauração de um projeto de sociedade, o que rouba aos indivíduos liberdade, senão mesmo, em última instância, a própria existência física, como o demonstram os totalitarismos revolucionários do século passado.

VII. A teoria política (19) deriva não tanto de alguma proposta contrária ao estado de coisas analisado nesses estudos de crítica cultural, mas de adaptação metodológica (20) ao tipo específico de objeto da ciência social. Sua premissa fundamental é a de que poder (21) é possibilidade de ação, em sentido geral, mas na política tem o sentido estrito de possibilidade de determinar a ação alheia. Em sentido universal o homem só tem três poderes, o de gerar, destruir e escolher, que correspondem respectivamente ao poder econômico, o poder militar e o poder intelectual ou espiritual, os quais podem ser exercidos ativa e passivamente e correspondem tipologicamente às castas dos produtores, dos nobres e dos sacerdotes. O primeiro se exerce pela promessa de um benefício, o segundo pela ameaça de um malefício e o terceiro pelo convencimento ou cooptação. Em cada civilização, os três tipos de poderes tendem a se cristalizar em grupos específicos (hoje em dia seriam, em ordem respectiva, o globalismo ocidental, a aliança russo-chinesa e o Islã), mas a especificação de quais são estes grupos é procedimento posterior à detecção de quem pode ser sujeito da história (22): não podendo ser um agente individual, porque perecível a curto prazo e limitado geograficamente em sua ação, só o podem ser as tradições, as organizações esotéricas (ou sociedades secretas), as dinastias reais e nobiliárquicas ou demais entidades de natureza similar. Assim, Igreja Católica e movimento revolucionário, nessa acepção específica, são sujeitos da história, mas não São Francisco nem Lênin.
O poder realmente decisivo, a longo prazo, é o de ordem sacerdotal ou intelectual.

VIII. Essa multiplicidade de assuntos e disciplinas recoberta na produção de um único filósofo não é fortuita. Ele mesmo define filosofia (23) como a busca da unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa. Qualquer outra definição quedaria parcial, tornando difícil apontar no que se distinguem fundamentalmente um filósofo e um cientista, um filósofo e um poeta (24). O cientista pode produzir conhecimento sem que para tanto tenha de se empenhar no resgate confessional pelo qual cada novo dado conhecido se integra ao conjunto daquilo que ele, enquanto indivíduo, é naquele momento; o poeta pode produzir uma obra só com base em intuições manifestamente contrárias à sua índole e à própria verdade, pois o que lhe importa é a unidade daquele momento expressivo. O filósofo não se limita a nada disso, pois seu esforço é direcionado por uma técnica filosófica específica, que consiste em sete pontos:

“1. A anamnese pela qual o filósofo rastreia a origem das suas idéias e assume a responsabilidade por elas.

2. A meditação pela qual ele busca transcender o círculo das suas idéias e permitir que a própria realidade lhe fale, numa experiência cognitiva originária.

3. O exame dialético pelo qual ele integra a sua experiência cognitiva na tradição filosófica, e esta naquela.

4. A pesquisa histórico-filológica pela qual ele se apossa da tradição.

5. A hermenêutica pela qual ele torna transparentes para o exame dialético as sentenças dos filósofos do passado e todos os demais elementos da herança cultural que sejam necessários para a sua atividade filosófica.

6. O exame de consciência pelo qual ele integra na sua personalidade total as aquisições da sua investigação filosófica.

7. A técnica expressiva pela qual ele torna a sua experiência cognitiva reprodutível por outras pessoas.” (25)


REFERÊNCIAS:

(1) “Esboço de um Sistema de Filosofia”, apostila do Seminário de Filosofia [doravante referido como SdF]. (2) “O trauma de emergência da razão”, Curso de Astrocaracterologia (1990-1992).
(3) “As doze camadas da personalidade humana e as formas próprias de sofrimento”, apostila do SdF; Curso “Conceitos Fundamentais da Psicologia” (4 a 19 de setembro de 2009, Virginia).
(4) “O que é psique”, apostila do SdF.
(5) Aula 32 do Curso On-Line de Filosofia [doravante referido como COF] (14/11/2009).
(6) Aula 2 do COF (21/03/2009).
(7) A Filosofia e seu Inverso & Outros Estudos (Vide, 2012); Aulas 9 (06/06/2009) e 13 (04/07/2009) do COF. (8) Aristóteles em Nova Perspectiva: Introdução à Teoria dos Quatro Discursos (Vide, 2013).
(9) Como vencer um debate sem precisar ter razão: Comentários à “dialética erística” de Arthur Schopenhauer (Topbooks, 1997).
(10) Edmund Husserl Contra o Psicologismo (IAL, 1996; apostila); Curso “Filosofia da Ciência I” (10 a 15 de maio de 2010, Virginia).
(11) Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos (in A Dialética Simbólica: estudos reunidos, É Realizações, 2007).

(12) “Sobre o mundo dos princípios”, aula do SdF (20/04/2009).
(13) “O problema da verdade e a verdade do problema”, apostila do SdF (20 de maio de 1999); “Conhecimento e presença”, apostila do SdF (27/09/99); Aula 10 do COF (13/07/2009).
(14) A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci (IAL, Stella Caymmi, 1994); O Imbecil Coletivo I: Atualidades Inculturais Brasileiras (É Realizações, 2006); O Imbecil Coletivo II: A longa marcha da vaca para o brejo (É Realizações, 2008); O Jardim das Aflições: de Epicuro à ressurreição de César. Ensaio sobre o materialismo e a religião civil (É Realizações, 2000); O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota (Record, 2013).
(15) “Esboço de um sistema de filosofia”, apostila do SdF; aula 32 do COF.
(16) “A tripla intuição”, apostila do SdF.
(17) “Introdução à paralaxe cognitiva”, transcrição de aula de 26/08/2006, São Paulo; Maquiavel, ou A Confusão Demoníaca (Vide, 2011).
(18) “A Estrutura da Mentalidade Revolucionária”, conferência realizada em Bucareste, 16/06/2011; “Resumo de A Mente Revolucionária”, partes I e II, SdF (19/06/2009).
(19) Curso “Teoria do Estado”, em 11 aulas, PUC-PR (2003-2004); Os EUA e a Nova Ordem Mundial (Vide, 2012) [debate com Alexander Dugin].
(20) “Problemas de método nas ciências humanas”, apostila do SdF.
(21) “Teses sobre o Poder”, apostila do SdF.
(22) “Quem é o sujeito da história?”, apostila do SdF.
(23) A Filosofia e seu Inverso.
(24) “Poesia e Filosofia”, in A Dialética Simbólica.
(25) A Filosofia e seu Inverso, p. 133.

***

Este é um esboço grosseiro, sumário e bastante pessoal do que se poderia chamar – e que tanto mais é assim chamada quanto mais se a desconhece – de a obra de Olavo de Carvalho. Não é uma síntese dela, mas é pelo menos um mapa preliminar, pelo qual só eu respondo (creio que ao próprio Olavo não agradaria). Tomei a iniciativa de desenhá-lo, com todas as falhas e omissões que aí se assinalarem (muita coisa ficou de fora), pensando no leitor que, lendo O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, o mais recente livro de Olavo de Carvalho (org. Felipe Moura Brasil), pudesse de certa forma perceber a unidade mais ampla que os 193 textos do livro testemunham e, dessa forma, se interessar em conhecer melhor a obra do homem. Tomando por paralelo as seções desses “elementos da filosofia de Olavo de Carvalho”, eu apontaria os seguintes textos do livro como os mais relevantes aos respectivos temas:

I – “O poder de conhecer”, p. 38; “A mensagem de Viktor Frankl”, p. 49; “Redescobrindo o sentido da vida”, p. 53; “Um capítulo de memórias”, p. 91.

II – “Sem testemunhas”, p. 41.

III – “Quem eram os ratos?”, p. 261; “Da fantasia deprimente à realidade temível”, p. 324; “O testemunho proibido”, p. 405; “Como ler a Bíblia”, p. 409; “Debatedores brasileiros”, p. 456; “Zenão e o paralítico”, p. 460.

IV – “Jesus e a pomba de Stalin”, p. 355; “Espírito e personalidade”, p. 610.

V – “Espírito e cultura: o Brasil ante o sentido da vida”, p. 59; “A origem da burrice nacional”, p. 67; “Cavalos mortos”, p. 94; “Os histéricos no poder”, p. 96.

VI – “Que é ser socialista?”, p. 119; “A mentalidade revolucionária”, p. 186; “Ainda a mentalidade revolucionária”, p. 191; “A mentira estrutural”, p. 196; “A revolução globalista”, p. 159; “A fossa de Babel”, p. 287; “A ciência contra a razão”, p. 393.

VII – “Os donos do mundo”, p. 541; “O que está acontecendo”, p. 543; “Quem manda no mundo?”, p. 545; “Salvando o triunvirato global”, p. 570; “História de quinze séculos”, p. 168; “Onipresente e invisível”, p. 162; “Lula, réu confesso”, p. 472.

VIII – “A tragédia do estudante sério no Brasil”, p. 595; “Se você ainda quer ser um estudante sério...”, p. 599; “Pela restauração intelectual do Brasil”, p. 604.

Dito isso, de resto afirmo que O mínimo..., se bem lido, pode ser uma boa introdução ao estudo sério do pensamento de Olavo de Carvalho (embora seja bastante óbvio que a maior parte dos textos se integre só a uma terça parte da obra do filósofo – a de crítica cultural; as duas outras, a de história da filosofia e de produção filosófica propriamente dita, têm de ser buscadas em outros livros e cursos). A organização que Felipe Moura Brasil deu aos textos é primorosa, em seções e subseções, apondo-lhes ainda notas muito elucidativas (às quais se somam, também boas, as do editor). Um único defeito tenho a notar: a ausência de um índice remissivo. Um bom índice tornaria o livro uma ferramenta de consulta – e até de estudo, limitado que seja – bastante eficiente, com entradas onomásticas e temáticas, o que seria ao fim bom complemento ao sumário já formidavelmente bem estruturado que encontramos ao começo. Seria uma felicidade ver essa ausência sanada em uma edição futura do livro.

Finalmente, e agradecendo-lhes a paciência: desejo a todos uma boa leitura.

Publicado no site Ad Hominem.

Fonte via: http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/14453-elementos-da-filosofia-de-olavo-de-carvalho.html

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

Agora sim! Professora esquerdista da FATEC é denunciada por doutrinar alunos, e a resposta dela é uma beleza…

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http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2013/11/agora-sim-professora-esquerdista-da.html

terça-feira, 19 de novembro de 2013

(Vídeo) - Revolução Russa e liberdade de expressão com o Prof. Rodrigo Gurgel - (Vídeo Proibido de Apresentar nas Escolas e nas Faculdades - Este material não atende o requisito de "doutrinação ideológica marxista dos pedagogos do MEC").

(Vídeo) - Revolução Russa e liberdade de expressão com o Prof. Rodrigo Gurgel - (Vídeo Proibido de Apresentar nas Escolas e nas Faculdades - Este material não atende o requisito de "doutrinação ideológica marxista dos pedagogos do MEC").

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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)


Olá amigos e amigas,


Se isto não é verdade, diga, que não é verdade, principalmente depois da leitura do artigo.

Um dos mais influentes economistas denuncia: Pensar está se tornando algo obsoleto (principalmente na universidade)

(...)

Se as instituições educacionais de hoje — desde escolas a universidades — estivessem tão interessadas em diversidade de ideias quanto estão obcecadas com diversidade racial e sexual, os estudantes ao menos adquiririam experiência ao ver as pressuposições que existem por trás de diferentes visões, e entenderiam a função da lógica e da evidência ao debaterem tais diferenças. No entanto, a realidade é que um estudante pode passar por todo o seu ciclo educacional, desde o jardim de infância até seu doutoramento, sem entrar em contato com absolutamente nenhuma visão de mundo que seja fundamentalmente diferente daquela que prevalece dentro do espectro de opiniões autorizadas e politicamente corretas que domina o nosso sistema educacional.


(...)

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http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/11/um-dos-mais-influentes-economistas.html

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

Joaquim Falcão 'falou e disse' sobre o cerceamento da liberdade acadêmica: é doutrinação e idolatria!

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Nova Ordem Mundial - Para saber mais

Introdução - Nova Ordem Mundial

A Nova Ordem Mundial é um assunto muito complexo, que envolve fenômenos políticos, culturais e econômicos, aparentemente desconexos, mas que parecem ter o mesmo objetivo: direcionar o mundo para uma nova civilização, com novos valores e com um "'novo homem".

Depois de passar os últimos anos pesquisando o assunto, resolvi escrever um livro que pudesse colaborar com a sua compreensão. Procurei reunir alguns fatos que julgo importantes para quem pretende entender as mudanças que estão ocorrendo e outras que devem ocorrer.

O livro Introdução - Nova Ordem Mundial é uma coleção de tópicos selecionados para alertar o leitor para as transformações que estamos vivendo. Além de listar personagens, estratégias, planos e métodos relacionados à esta mudança civilizacional, no final do livro existe uma seção chamada "Para saber mias", com livros, filmes e documentários que podem levar o leitor para um conhecimento mais profundo sobre o assunto. Estas obras também ajudaram na composição do próprio livro.


[trecho retirado do livro Introdução - Nova Ordem Mundial]:

Para saber mais...
São livros, artigos, filmes e documentários que de uma forma ou de outra também ajudaram na produção deste livro e na formação do meu juízo sobre o que vem a ser a Nova Ordem Mundial. Evidentemente não concordo, necessariamente, com o conteúdo integral das opiniões ou interpretações que não sejam as minhas. Algumas obras, aliás, servem apenas para compreender a estratégia do inimigo.

Livros de não ficção:
AA-1025 Memórias de um anti-apóstolo – Autor Desconhecido
Anticristo - O poder oculto por trás da Nova Ordem Mundial - Robin de Ruiter
Ascendancy of the Scientific Dictatorship: An Examination of Epistemic
Autocracy, The - Phillip Darrell Collins e Paul David Collins
Assustadora história do terrorismo, A – Caleb Carr
Between Two Ages: America’s Role in the Technetronic Era - Zbigniew Brzezinski
Brotherhood of Darkness - Stanley Monteith
Cadernos do Cárcere - Antonio Gramsci
Como a Picaretagem Conquistou o Mundo – Francis Wheen
Complot contra la Iglesia - Maurice Pinay
Conspiração Aquariana, A — Marilyn Ferguson
Conspiração de portas abertas – Paulo Diniz Zamboni
Crise do mundo moderno, A – René Guénon
Decadência da autoridade religiosa, A – Karl Marx
Devil’s Final Battle, The - Father Paul Kramer
Dinastia Rothschild, A – Herbert R. Lottman
Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial – Heitor de Paola
Em los subterrâneos de la Guerra Psicologica – Cia & KGB – Maria Cristimiolo
Era da incerteza, A – John Kenneth Galbraith
Era Karl Marx um satanista? - Richard Wurmbrand
Era Lula, crônica de um desastre anunciado – Ipojuca Pontes
Eros e Civilização – Herbert Marcuse
Espiral do silêncio, A - Elisabeth Noelle-Neumann
Estado Militarista - Fred J. Cook
EUA e a Nova Ordem Mundial – Olavo de Carvalho e Alexandr Dugin
False Dawn: The United Religions Initiative - Lee Penn
Fearful Master: A Second Look At the United Nations - G. Edward Griffin
Futuro Governo Mundial, O – Dave Hunt
Global Bondage: The U.N. Plan to Rule the World, de Cliff Kincaid
Global Taxes for World Government - Cliff Kincaid
Governo Mundial: A Perversão de Russell e H. G. Wells — L. LaRouche
Governo Oculto do Mundo, O – Wulfing Von Rohr
Governo Secreto — Jim Marrs
Guerra Irregular Moderna, A - Friedrich August Von Der Heydte
Guia Politicamente Incorreto da América Latina - Leandro Narloch
Guia Politicamente Incorreto da Filosofia - Luiz Felipe Pondé
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil - Leandro Narloch
Hegemony and Socialist Strategy - Ernesto Laclau
Hierarquia dos Conspiradores: O Comitê dos 300 – John Coleman
História Secreta do Mundo, A —Jonathan Black
História Secreta dos Reis & Rainhas da Europa, A — Brenda Ralph Lewis
Hitler ganhou a guerra – Walter Graziano
Homem revoltado, O – Albert Camus
Hope of Wicked: The Master Plan to Rule the World - Ted Flynn
Imbecil Coletivo, O: Atualidades Inculturais Brasileiras – Olavo de Carvalho
Instituto Tavistock de relações sociais – John Coleman
Ivan Pavlov – Fillippo Garozzo
Jardim das Aflições, O – Olavo de Carvalho
Les Espérances Planétaires, de Hervé Ryssen
Liberalismo, Masoneria y Socialismo – Esteban F. Rondanina
Lidido Dominandi: Sexual Liberation and Political Control – MichaelJones
Máfia Verde – O Ambientalismo a Serviço do Governo Mundial – Lyndon LaRouche
Magnatas, Os — Charles R. Porto Morris
Maquiavel Pedagogo - Pascal Bernardin
Maquiavel ou a confusão demoníaca – Olavo de Carvalho
Masterplan – Plano para destruir a Igreja – J. Dominguez
Materialismo e Moral - Max Horkheimer
Mauá, o empresário do Império – Jorge Caldeira
Memórias – David Rockefeller
Movimento Homossexual, O – Julio Severo
Naked Communist - Willard Cleon Skousen
New Economic Disorder - Larry Bates
New World Order, The - H. G. Wells
No Rastro de Seitas e Sociedades Secretas - Dominique Sandri
Nova Era e a Revolução Cultural, A - Olavo de Carvalho
Novas mentiras velhas – Anatoliy Golitsyn
O Chefe – Ivo Patarra
O que é propaganda ideológica? – Nelson Jahr Garcia
Open Conspiracy, The - H. G. Wells
Origens do Totalitarismo - Hannah Arendt
País dos Petralhas I e II – Reinaldo Azevedo
Plano para destruir a América, O - James W. Wardner
Poder Global e Religião Universal – Monsenhor Cláudio Sanahuja
Poder Oculto que Governa os Mundos — Giorgio Galli
Privataria Tucana, A - Amaury Ribeiro Jr.
Redes Secretas do Poder, As - Pablo Allegritti
Revolução e Contra-Revolução - Plínio Corrêa de Oliveira
Revolução perdida, A - Raimundo Negrão Torres
Rompendo o silêncio - Carlos Alberto Brilhante Ustra
Rothschilds, a Family Portrait - Frederic Morton
Rules for Radicals – Saul Alinsky
Senhor do Mundo, O - Robert Hugh Benson
Sociedades Secretas - Jean-François Signier
Sociedades Secretas - Como Elas Afetam Nossas Vidas  - Sylvia Browne
Sociedades Secretas da Elite da América - Steven Sora
Sociedades Secretas e seu poder no Século XX - Jan Van Helsig
Sociedades Secretas Mais Perversas da História, As - Shelley Klein
Sources of Soviet Conduct, The - George Kennan
Superclasse, A Elite que influencia a vida de milhões de pessoas – David Rothkopf
Soros on Soros: Staying Ahead of the Curve - George Soros
Synagogue of Satan – Andrew Carrington Hitchcock
Terrorismo, Direitos Humanos e a Apologia do Governo Mundial - Louis P. Pojman
Tragédia& Esperança: Uma História do Mundo dos Nossos Tempos - Carrol Quigley
Tragédia da utopia, A – Percival Puggina
Toward Soviet America - William Z. Foster
Unholy Sacrificies of the New Age - Paul de Parrie e Mary Pride
Verdade Sufocada, A – Carlos Alberto Brilhante Ustra
Verdadeira História do Clube Bilderberg, A - Daniel Estulin

Livros de não ficção

A sentença do austríaco Hugo Van Hugo von Hofmannsthal é uma das mais factuais: “Nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura”. Uso esse gancho para indicar algumas obras que vão melhorar a compreensão dos dias atuais.

1984 – George Orwell
Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley
Alienista, O – Machado de Assis
Apanhador no campo de centeio, O – J. D. Sallinger
Crime e castigo – Fiodor Dostoievski
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury
Ilha do Dr Moreau, A – H.G. Wells
Ilha, A – Aldous Huxley
Meninos do Brasil, Os - Ira Levin
Minority Report - Philip K. Dick
Neuromancer – Willian Gibson
Planeta dos Macacos, O - Pierre Boulle
Revolução dos Bichos, A – George Orwell
Roupa nova do rei, A - Hans Christian Andersen
Senhor das Moscas, O – William Golding
Senhor dos anéis, O – J.R Tolken
Windswept House – Malachi Martin

Documentários – Nova Ordem Mundial:
Aerosol Crimes - Rastros Químicos
Agenda - Grinding America Down - Curtis Bowers
Alimento importa - James Colquhoun e Carlo Ledesma
Alimento, o último segredo exposto - Alex Jones
America: Da liberdade ao Facismo - Aaron Russo
Aquecimento Global ou Governo Global? – Sovereignity Environmental Perspectives
Aspartame - Doce miséria, um mundo envenenado
Bunkers – Jesse Ventura
Caminho para a tirania – da Liberdade à Repressão – Alex Jones
Chemtrails – Nuvens da Morte
Comunismo, a história de uma ilusão – Christian Weisenborn
Conspiração Americana - G. Edward Griffin
Consumindo Crianças - Adriana Barbaro e Jeremy Earp
Daniel Ellsberg, o homem mais perigoso da América - Judith Ehrlich e Rick Goldsmith
Dark Secrets of Bohemian Grove – Alex Jones
Decepção Obama, A – Alex Jones
Dinheiro é dívida - Paul Grignon
Eletricidade Maluca de Nicola Tesla – History Channel
End Game – Plano para escravidão global – Alex Jones
Escravos desconhecidos – TVI 24
Grande farsa do aquecimento global, A – Channel 4
Guerra Climática - History Channel
Guerra Climática – National Geographic
HAARP – Jesse Ventura
Hollywood declara guerra contra Deus
Império Invisível, O – Jason Bernas
Mídia Independente em Tempo de Guerra - Amy Goodman
Milagre de Gerson, O - Stephan H. Kroschel
Money Masters - William T. Still
Morrendo por não saber- Steve Kroschel
Muito além do Cidadão Kane – Channel 4
Mundo segundo a Monsanto, O - Marie-Monique Robin
Nova Ordem Mundial – Alex Jones
Pallywood – Channel 4
Poder dos Pesadelos, O - BBC
Psiquiatria: Uma Indústria da Morte - Citizens Commission on Human Rights
Que estão pulverizando afinal? - G. Edward Griffin, Michael Murphy e Paul Wittenberger
Queda da República, A – Alex Jones
Soviet Story, The - Edvins Snore
Terrorstorm – Alex Jones
Vacinas, a verdade escondida - Vera Schreibner
Vamos fazer dinheiro - Erwin Wagenhofer
Wake up call! – John Nada
Wall Mart - O alto custo do preço baixo - Robert Greenwald
Why we fight - Eugene Jarecki
Zeitgeist Refutado - Norman Geisler

Os livros e documentários que eu listei foram muito importantes, ao menos sob algum aspecto, para aprofundar minha compreensão sobre o assunto e fundamentar minhas impressões sobre o panorama político e cultural. Mas o assunto é tão amplo e complexo que sugiro também conhecer, ao menos os pontos essenciais, de outros autores e outras obras.

As idéias que estão transformando a civilização saíram da cabeça de algumas pessoas muito influentes. Entender o que está acontecendo fica mais fácil quando entendemos como pensavam figuras como Antonio Gramsci, Karl Marx, Vladimir Lênin, HG Wells, Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Max Horkheimer, Saul Alinsky, Albert Pike, Helena Blavatzky, Aleister Crowley Alice Bailey, Ernesto Laclau, Bertrand Russel, John Dewey, Georg Lukács, Willi Münzenberg, George Bernard Shaw, Aleksandr Dugin, entre outros.

Passei os últimos 12 anos tentando entender o que está acontecendo. Nesse período passei por mais de 200 livros e pelo menos 100 documentários. Listei e resumi os tópicos que me pareceram mais importantes do que aprendi. E espero que o livro Introdução – Nova Ordem Mundial ajude quem pretende entender o que está acontecendo com o mundo. Para quem quer aprofundar a compreensão do cenário internacional, acredito que o livro seja útil de alguma forma. Em breve. Aguarde.
 
 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Parabéns João Victor Gasparino - Estudante se recusa a fazer trabalho sobre Marx e ganha visibilidade ao escrever carta-manifesto

Parabéns João Victor Gasparino -  Estudante se recusa a fazer trabalho sobre Marx e ganha visibilidade ao escrever carta-manifesto

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://mentalidadeesquerdista.blogspot.com.br/2013/10/parabens-joao-victor-gasparino.html

terça-feira, 10 de setembro de 2013

OPORTUNIDADE DE TRABALHO - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

OPORTUNIDADE DE TRABALHO  - ÁREA COMERCIAL/VENDAS

Uma das maiores empresas de consórcio do Brasil está contratando com experiência ou sem experiência para trabalhar com vendas de consórcios. 

Possibilidade de ganhos de R$ 10.000,00 mensais.

O profissional pode optar pelas opções: CLT (Salário Mínimo Garantido, mais benefícios e Comissões de até 1,5%), Autônomo (comissões até 2,5%) ou PJ (Comissões até 5% - vagas disponíveis para todo o Brasil). Cartas de Créditos de R$ 5.000,00 até R$ 10 milhões de reais (motos, serviços, veículos, caminhões, imóveis, embarcações, aeronaves, equipamentos e máquinas)

Enviar CV para o e-mail: bancodetalentos@bol.com.br   
http://vagasparavendedoresdeconsorcio.blogspot.com 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Homens atuais são menos inteligentes que os da era vitoriana. Novo estudo produzido por pesquisadores europeus concluiu que a media do Coeficiente de Inteligência (QI) no Ocidente caiu 14,1 pontos em relação ao século XIX

Homens atuais são menos inteligentes que os da era vitoriana. Novo estudo produzido por pesquisadores europeus concluiu que a media do Coeficiente de Inteligência (QI) no Ocidente caiu 14,1 pontos em relação ao século XIX

Clique no link abaixo para acessar a reportagem:
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/09/homens-atuais-sao-menos-inteligentes.html

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Gordon Clark (...) Ele permanece na tradição de John Wycli)e, que insistia: “Toda a lei, toda a filosofia e toda a ética se encontram na Escritura. Na Sagrada Escritura está toda a verdade”. (...)

Gordon Clark (...) Ele permanece na tradição de John Wycliffe, que insistia: “Toda a lei, toda a filosofia e toda a ética se encontram na Escritura. Na Sagrada Escritura está toda a verdade”. (...)

Clique no link abaixo para mais informações:
http://www.editoramonergismo.com.br/wp-content/uploads/trecho-visao-crista_clark.pdf

sábado, 24 de agosto de 2013

(VÍDEO) - A IMBECILIZAÇÃO DESDE A INFÂNCIA - O pensamento, a ideologia, os "valores", as crenças e a cosmovisão socialista e esquerdista produz uma infância burra e analfabeta, uma juventude e uma vida adulta idiota, medíocre e deficientemente neural.

(VÍDEO) - A IMBECILIZAÇÃO DESDE A INFÂNCIA - O pensamento, a ideologia, os "valores", as crenças e a cosmovisão socialista e esquerdista produz uma infância burra e analfabeta, uma juventude e uma vida adulta idiota, medíocre e deficientemente neural. 

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://comonaoterfilhosidiotas.blogspot.com.br/2013/08/video-imbecilizacao-desde-infancia.html

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Lançamento do Livro: COSMOVISÕES EM CONFLITO pelo filósofo cristão Ronald Nash

Lançamento do Livro: COSMOVISÕES EM CONFLITO pelo filósofo cristão Ronald Nash 

Clique no link abaixo para acessar a matéria: 
http://metodologiadoestudo.blogspot.com.br/2013/08/lancamento-do-livro-cosmovisoes-em.html 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013